Núcleo da formação
Aprofunda concepção de espaços, leitura do lugar, representação de projetos, conforto, materiais, sistemas construtivos e relação entre edifício e cidade.
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A graduação em Design de Interiores estuda concepção de espaços, leitura do lugar, representação de projetos, conforto, materiais, sistemas construtivos e relação entre edifício e cidade. A formação combina fundamentos conceituais, métodos de investigação e aplicação prática para que o estudante compreenda não apenas como executar atividades, mas por que cada decisão é tomada.
Por reunir arquitetura, interiores e ambiente construído, design, experiência e criação visual, a proposta é interdisciplinar: os eixos não aparecem como assuntos soltos, mas como perspectivas complementares para interpretar e resolver os desafios indicados no próprio nome do curso. Entre as práticas recorrentes estão levantar necessidades e condicionantes, desenvolver estudos e projetos, especificar materiais e sistemas, compatibilizar soluções técnicas.
Design de Interiores tende a fazer sentido para quem deseja articular criatividade, técnica, comportamento, cultura e sustentabilidade na transformação dos espaços. Matrizes, ênfases, estágios e atividades práticas variam entre as instituições; por isso, os eixos abaixo descrevem aprendizagens estruturantes da formação, enquanto a grade e as condições documentadas de cada oferta continuam sendo apresentadas separadamente.
Aprofunda concepção de espaços, leitura do lugar, representação de projetos, conforto, materiais, sistemas construtivos e relação entre edifício e cidade.
Conecta arquitetura, interiores e ambiente construído, design, experiência e criação visual em problemas coerentes com a proposta de Design de Interiores.
Trabalha comunicação técnica, qualidade, ética, limites de atuação e impacto das decisões.
A formação em Design de Interiores pode levar a trajetórias em projeto arquitetônico, arquitetura de interiores, urbanismo e paisagem, representação, compatibilização e acompanhamento. O trabalho costuma envolver levantar necessidades e condicionantes, desenvolver estudos e projetos, especificar materiais e sistemas, compatibilizar soluções técnicas, em equipes com diferentes especialidades. Os quatro cards destacam ocupações reais relacionadas ao curso; acesso, atribuições e registro profissional seguem as regras aplicáveis a cada carreira.
Elabora e acompanha projetos de ambientes funcionais, confortáveis e coerentes com as necessidades do usuário.
Média salarial mensalR$ 2.877,24
Cria exposições e ambientações comerciais que articulam produto, circulação e comunicação visual.
Média salarial mensalR$ 2.431,11
Pesquisa necessidades, concebe soluções e desenvolve produtos considerando uso, materiais e produção.
Média salarial mensalR$ 6.213,89
Desenvolve sistemas visuais para comunicação, produtos, serviços e interfaces.
Média salarial mensalR$ 3.768,03
Médias mensais nacionais do mercado formal (CAGED/MTE), apresentadas como referência e não como promessa de remuneração. Os valores variam por localidade, jornada, experiência, setor e atribuições; algumas atividades também exigem registro ou habilitação profissional.
A síntese de aprendizagem de Design de Interiores está organizada em 3 eixos e 15 competências detalhadas. Ela foi construída a partir dos assuntos recorrentes em matrizes, PPCs e referenciais da formação, sem atribuir a uma instituição disciplina, semestre ou carga horária que não esteja documentada em sua oferta.
A formação desenvolve leitura sensível e técnica do usuário, do lugar e das relações espaciais.
Compreender os fundamentos de leitura do lugar e reconhecer sua função nos problemas centrais de Design de Interiores.
Aplicar programa de necessidades em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
Analisar evidências relacionadas a composição espacial, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar história da arquitetura aos demais conhecimentos de arquitetura, interiores e ambiente construído, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo cidade e paisagem, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
O projeto começa pela compreensão do problema, do público e dos códigos visuais e culturais.
Aplicar pesquisa com usuários em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
Analisar evidências relacionadas a história e cultura visual, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar cor e composição aos demais conhecimentos de design, experiência e criação visual, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo tipografia, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
Compreender os fundamentos de semântica e narrativa visual e reconhecer sua função nos problemas centrais de Design de Interiores.
Ideias são comunicadas e testadas em diferentes escalas e meios de representação.
Analisar evidências relacionadas a desenho técnico, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar modelagem tridimensional aos demais conhecimentos de arquitetura, interiores e ambiente construído, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo projeto arquitetônico, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
Compreender os fundamentos de detalhamento e reconhecer sua função nos problemas centrais de Design de Interiores.
Aplicar apresentação visual em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
Economia de R$ 9.379,44 no curso todo
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A oferta está disponível na modalidade EAD. Atividades específicas devem ser confirmadas no atendimento.