Núcleo da formação
Aprofunda composição e transformação da matéria, métodos analíticos, processos laboratoriais e industriais, qualidade e segurança.
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Engenharia de Alimentos é uma pós-graduação voltada ao aprofundamento de composição e transformação da matéria, métodos analíticos, processos laboratoriais e industriais, qualidade e segurança. O curso parte de problemas profissionais concretos e organiza conhecimentos que ajudam a analisar situações, escolher métodos e sustentar decisões com maior especialização.
Por reunir química, processos e controle de qualidade, nutrição, alimentação e alimentos, a proposta é interdisciplinar: os eixos não aparecem como assuntos soltos, mas como perspectivas complementares para interpretar e resolver os desafios indicados no próprio nome do curso. Entre as práticas recorrentes estão preparar amostras e soluções, executar e validar análises, interpretar dados e emitir relatórios, controlar processos e especificações.
A proposta de Engenharia de Alimentos é especialmente pertinente para quem gosta de experimentação, medição, investigação de materiais e controle rigoroso de processos. Como toda pós-graduação, ela amplia repertório e capacidade de atuação, mas não substitui a graduação, o registro profissional ou outra habilitação exigida por lei para atividades privativas.
Aprofunda composição e transformação da matéria, métodos analíticos, processos laboratoriais e industriais, qualidade e segurança.
Conecta química, processos e controle de qualidade, nutrição, alimentação e alimentos em problemas coerentes com a proposta de Engenharia de Alimentos.
Trabalha comunicação técnica, qualidade, ética, limites de atuação e impacto das decisões.
Profissionais que aprofundam conhecimentos em Engenharia de Alimentos podem assumir projetos, análises e responsabilidades especializadas em análise e controle químico, desenvolvimento de produtos, processos industriais, qualidade, ambiente e segurança. As possibilidades dependem da formação de origem, da experiência e das regras de cada profissão; o título de especialista, sozinho, não concede habilitação para atividade regulamentada.
A síntese de aprendizagem de Engenharia de Alimentos está organizada em 3 eixos e 15 competências detalhadas. Ela foi construída a partir dos assuntos recorrentes em matrizes, PPCs e referenciais da formação, sem atribuir a uma instituição disciplina, semestre ou carga horária que não esteja documentada em sua oferta.
O eixo relaciona estrutura microscópica, propriedades observáveis e reações da matéria.
Compreender os fundamentos de química geral e reconhecer sua função nos problemas centrais de Engenharia de Alimentos.
Aplicar química orgânica em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
Analisar evidências relacionadas a química inorgânica, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar físico-química aos demais conhecimentos de química, processos e controle de qualidade, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo bioquímica, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
O eixo explica composição dos alimentos, necessidades humanas e transformações metabólicas.
Aplicar bioquímica da nutrição em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
Analisar evidências relacionadas a fisiologia e metabolismo, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar composição de alimentos aos demais conhecimentos de nutrição, alimentação e alimentos, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo técnica dietética, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
Compreender os fundamentos de necessidades nutricionais e reconhecer sua função nos problemas centrais de Engenharia de Alimentos.
A aprendizagem desenvolve procedimentos seguros e rastreáveis para medir, identificar e comparar substâncias.
Analisar evidências relacionadas a química analítica, comparar alternativas e justificar decisões com linguagem técnica.
Relacionar análise instrumental aos demais conhecimentos de química, processos e controle de qualidade, evitando soluções isoladas do contexto.
Documentar e comunicar escolhas envolvendo preparo de amostras, considerando qualidade, responsabilidade e impacto para as pessoas envolvidas.
Compreender os fundamentos de validação de métodos e reconhecer sua função nos problemas centrais de Engenharia de Alimentos.
Aplicar estatística experimental em situações da formação, explicitando critérios, dados utilizados e limites da análise.
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A oferta está disponível na modalidade EAD. Atividades específicas devem ser confirmadas no atendimento.